quinta-feira, 14 de julho de 2011

Desafios no mercado de trabalho

Há quem diga que o mercado de trabalho está cada vez mais competitivo. E está mesmo!
As oportunidades surgem a todo momento. Mas, para aproveitá-las é preciso que o candidato(a) esteja qualificado para exercer funções que são oferecidas por grandes empresas. Não basta ter uma formação superior. Hoje em dia, conta ponto quem tem cursos complementares; idiomas; força de vontade em buscar o objetivo profissional e por conseguinte, pessoal, além de entusiasmo para trabalhar na área escolhida.
As pessoas estão convencidas de que, um currículo bem formulado já é um início da busca por um emprego. Além de objetivo e claro, o currículo deve conter as informações necessárias e essenciais, para que a vaga que você almeja seja conquistada.
Não podemos esquecer que existem etapas para complementarem a busca por uma vaga no mercado de trabalho. Não é uma missão fácil, pois consiste em aperfeiçoar os seus conhecimentos, rever critérios de busca, definir a área que deseja atuar, e se preparar para enfrentar a concorrência.


Pensando nisso, a professora Marisa Eboli, coordenadora de projetos de Universidade Corporativa e integrante do Programa de Estudos em gestão de pessoas da USP, elaborou uma lista de dicas para facilitar a preparação e o ingresso no mercado de trabalho.

•  Tenha sempre um cartão de visitas com seus dados (nome, endereço, telefone, e-mail etc.) mesmo que você ainda não esteja trabalhando. Ele é elementar para construir uma rede saudável e produtiva de relacionamentos.
•  Mantenha seu currículo atualizado. Se a experiência ainda não é muita, demonstre investimentos no futuro profissional - viagens, cursos, idiomas, informática, atividades em que tenha desempenhado papel de liderança e demonstrado capacidade de trabalhar em equipe, atividades sociais e culturais ou trabalho voluntário junto à comunidade.
•  A hora da entrevista é um momento de seleção , portanto, não dê motivos para ser cortado à toa. Demonstrar muita criatividade pode ser perigoso nesse momento. A entrevista não é hora de confronto, mas de conhecimento mútuo e esclarecimentos sobre as expectativas.
•  Na entrevista pense em questões que poderiam ser formuladas e em respostas coerentes com seus valores - evite ser pego de surpresa, conhecendo um rol de perguntas que em geral as empresas gostam de fazer. Alguns exemplos: Quais são seus pontos fortes e fracos? O que gerou seu interesse em vir trabalhar aqui? Como você acha que pode contribuir com a empresa?
•  Conheça o perfil, estilo, valores e cultura da organização onde você procura uma vaga. Você acha que o seu perfil tem tudo a ver com o da companhia ou você se sentiria um "estranho no ninho"?
•  Cuide sempre da sua imagem e saiba valorizá-la. Não adianta ser o melhor, se as pessoas não o percebem assim. É preciso saber fazer marketing pessoal, mas cuidado com o exagero e com a "propaganda enganosa".
•  Invista sempre na sua habilidade de comunicação , ela é fundamental desde o momento inicial do processo de seleção até o final de sua carreira. Saber se expressar com espontaneidade, clareza, objetividade, controlando o nervosismo e a ansiedade é fundamental.
•  Tenha uma vida pessoal rica e diversificada - isso está diretamente relacionado com desenvolvimento da criatividade. Saber transportar conceitos e vivências de uma área da vida para situações profissionais é o melhor laboratório de criatividade.
•  Procure se autoconhecer e se autoavaliar. Preste atenção nos comentários que as pessoas fazem a seu respeito (elogios e críticas), o que elas costumam dizer que você faz muito bem, seja no trabalho, na família ou entre amigos. Essa é uma boa forma de identificar seus talentos.
•  Estude e aprenda, aprenda e estude . Não interessa a ordem, desde que seja para sempre! A educação será a base de sua capacidade para competir. 

Em todas as situações um ponto é primordial: seja você mesmo ! Caso contrário, você até pode conseguir a vaga, mas provavelmente ela estará sendo ocupada por alguém que você desconhece! 
Portanto, não percam a esperança! Há sempre uma oportunidade que cabe a você. Basta você reagir de forma otimista e realista. Pois, o perfil comportamental é notado a todo momento por "olhos" que nos observam mesmo quando não esperamos. E saber, nunca saberemos tudo na vida, sempre há o que estudar, aperfeiçoar, conhecer, aprender, enfim, o conhecimento é um processo contínuo de ensino-aprendizagem na "escola da vida", ninguém é doutor nessa área.

Boa sorte a todos! E bons estudos!

Por Andreia O. Alcântara.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Seis meses se passaram...

Há seis meses atrás ocorreu a maior tragédia climática de nosso país na Região Serrana do Rio de Janeiro. Cidades ficaram destruídas; pessoas morreram, e as que sobreviveram a tragédia, perderam suas casas, parentes, amigos; perderam seus meios de sobrevivência, pois muitos pontos comerciais foram atingidos.
E como sempre na vida dependemos uns dos outros, não foi diferente em meio a tanta tristeza, tamanho desastre, muitas perdas. Enfim, com a solidariedade da população que colaborou em massa, posso afirmar que muitos viram nessa ajuda mútua, a esperança (re) nascendo. Pois, como reconstruir tudo novamente?
As doações não pararam de chegar a todo momento. Caminhões abarrotados de donativos chegavam para saciar a necessidade dos moradores que foram vitimados por essa tragédia. Mas, como sempre há pessoas que querem se aproveitar da dificuldade alheia... que triste ver e saber disso! Aconteceu! Muitas doações foram desviadas; ou seja, não chegaram em seu destino. 
Com tanta gente sofrendo, precisando das doações que estavam a caminho. Eu não consigo, ou não quero/ não posso acreditar que há pessoas que são capazes de se favorecer em meio a essa situação. Triste demais! Mais triste do que ver as pessoas aguardarem a ajuda, é saber que quem TEM quis mais ainda o que não precisava. Através da dor alheia, do sofrimento de quem TUDO perdeu.
E hoje, assim como sempre, desde o dia da tragédia: 12 de janeiro de 2011; o povo quer saber: AUTORIDADES DA REGIÃO SERRANA DO RJ, ONDE ESTÁ O ALUGUEL SOCIAL? ONDE ESTÁ A VERBA DESTINADA A ESSE FIM? Pois, a reunião com a presidenta Dilma Roussef aconteceu com todos os prefeitos das cidades atingidas, e a verba foi destinada para a reconstrução das cidades, assim como para o auxílio do aluguel social. A reunião foi passada na TV em rede Nacional. Não podem omitir esse fato. 

Vamos gritar meu povo por atitudes honestas. Queremos saber das promessas que foram feitas em época de eleição. Queremos transparência, coerência, verdade. 

Autoridades petropolitanas... Onde está o aluguel social dos moradores do Vale do Cuiabá? Onde está a verba destinada para esse fim? "Ajustes em projetos"? As pessoas têm que esperar até quando?
A população exige respeito e esclarecimento. A população exige providências! Já!
 Por Andreia Oliveira de Alcântara.

sábado, 9 de julho de 2011

Monty Roberts - "O Encantador de cavalos".

http://youtu.be/0GKrjBkjrT0

Monty Roberts (o encantador de cavalos) era filho de um homem rude, cujos métodos de tratar com cavalos eram convencionais, ou melhor, cruéis. Seu pai domava os cavalos pelo tradicional método de “machucá-los para não ser machucado”.
Após ter conseguido domar um cavalo em apenas três dias, Monty resolveu mostrar como fizera isso para seu pai, este porém reagiu de forma inesperada, olhou fixamente para Monty e gritou:
“- Que diabo de filho eu estou criando?”
Então, ele pegou uma corrente e bateu com força nas costas de Monty.
Monty Roberts tem uma descendência indígena, seu avô nasceu no País de Gales, Reino Unido e se casou com uma jovem índia cherokee que se chamava Sweeney. Seu tio Ray, que adquiriu tanto os costumes dos brancos como dos índios, contou para Monty como os índios cherokees faziam para capturar os cavalos mustangs na grandes planícies do oeste americano.
Primeiro seguiam a manada de cavalos. Não perseguiam, mas simplesmente andavam atrás deles obrigando-os a andar mais rapidamente. Faziam isso por um ou dois dias. Então, quando decidiam que era a hora de voltar os cherokees davam a volta e passavam a andar na direção oposta à dos cavalos selvagens.
Invariavelmente, a manada se virava e passava a seguir os índios. Era o “efeito ioiô”. Esse fenômeno foi chamado de “Avançar e Recuar”.
Com 13 anos ele foi para o deserto de Nevada com seu irmão Larry para capturar cavalos selvagens para um rodeio.
Com 14 anos, Monty, foi para o deserto de Nevada, sem seu irmão, para poder observar melhor uma manada de cavalos selvagens (Mustangs), usava os barrancos para se esconder, conseguiu se aproximar 400 metros da manada. O uso de binóculos foi incrivelmente importante.
A manada era liderada por uma égua (fêmea dominante). O garanhão dominante (macho alfa) contorna e defende o rebanho contra saqueadores. Sua motivação é evitar que qualquer um roube seu harém.
A partir daí ocorre uma seqüência de eventos.
Um jovem potro, castanho-claro, começou a se comportar mal. Bem no meio do grupo, ele correu até uma potranca e lhe deu um coice. Um potrinho pequeno se aproximou dele e ele lhe deu uma mordida na traseira. A égua baia se aproximou um pouco mais. Ela testemunhou uns quatro episódios de mal comportamento antes de tomar uma atitude. Ela baixou as orelhas para trás e foi a toda velocidade em direção ao potro, colidiu com ele e derrubou-o.
A égua baia expulsou o potro castanho uns 300 metros para longe da tropa e o deixou ali sozinho.
A égua se aproximou no limite do grupo, mantendo o potro exilado. Ele estava aterrorizado. Um cavalo separado do grupo é presa fácil para predadores. Ele começou a caminhar para frente e para trás com a cabeça próxima do chão, demonstrando, submissão, vassalagem e obediência.
O potro tentou retornar para o grupo pelo outro lado, mas foi seguido pela égua baia. Mais uma vez ela correu com ele, mantendo-o uns 300 metros dos demais cavalos.
De longe o potro começou a lamber os lábios e a mastigar, como se dissesse:
“- Olhe, eu sou herbívoro, não sou ameaça para você.”
Mais tarde a égua baia deixou ele retornar pára a manada. A égua estava fazendo agrados no potro castanho, esfregava seu pescoço no dele.
Depois do purgatório...o céu.
A matriarca dava disciplina nos adolescentes. A jovem energia dos adolescentes os impulsionava a fazer coisas, e a sua inexperiência fazia com que as coisas saíssem erradas, como acontece com jovens de qualquer espécie. Era função da égua mantê-los na linha.
Enquanto Monty observava os métodos da égua baia de educar os adolescentes, começou a entender a linguagem usada. Era excitante reconhecer a exata seqüência de sinais passados entre ela e os adolescentes. Era realmente uma linguagem previsível, discernível e efetiva. Era uma linguagem silenciosa, era a linguagem do corpo.

 
Incrível!

Aprender a domar um animal sem ato de violência, apenas respeitando seu espaço e conhecendo que o animal tem sentimento, afeto e reconhece quando é bem tratado pelo homem.
Um americano de 75 anos de idade, com uma história de vida que nos emociona e nos faz querer mudar atitudes, gestos que são capazes de mudar o rumo das situações, que por vezes são drásticas, sofridas pelos seres que não são respeitados.
Vale a pena conferir o vídeo.

Por Andreia O. Alcântara.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Lucchesi Net: As palavras têm poder

Lucchesi Net: As palavras têm poder: "A linguagem dirige nossos pensamentos para direções especificas e, de alguma forma, ela nos ajuda a criar a nossa realidade, potencializand..."

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Você comeria carne artificial para salvar o Mundo?

Segundo cientistas, cultivo em laboratório pode reduzir em até 96% as emissões de gases estufa associadas à produção comum, poupar energia, terra, água e vida animal


São Paulo – A ideia pode parecer bizarra, mas um número cada vez maior de cientistas ao redor do mundo vem se dedicando à produção de carne de laboratório, apontada como solução para acabar com os problemas ambientais relacionados à indústria pecuária e também como antídoto contra a fome mundial – afinal, em 2050, seremos 9 bilhões de habitantes em um planeta de recursos finitos.
Um estudo recente das Universidades de Oxford e Amsterdã mostra que a produção de carne artificial pode reduzir entre 78% e 96% as emissões de gases efeito estufa associadas à produção convencional. “O cultivo em laboratório é uma forma mais eficiente de produzir carne com impactos ambientais substancialmente menores do que os da indústria pecuária atual”, afirma à EXAME.com Hanna Tuomisto, cientista da Universidade de Oxford que dirigiu o estudo.
Mais, o método de produção de carne in vitro usaria até 40% menos energia e entre 82% e 96% menos água. Outra questão ambiental que seria resolvida é a da necessidade de grandes extensões de terra – o cultivo em laboratório exigiria apenas 1% de toda a área ocupada atualmente pela criação de animais ruminantes.
Hoje, pelos pastos do mundo, existem cerca de 1,5 bilhão de cabeças de gado bovino e bilhões de outros ruminantes esquentando o planeta com gás metano, que é liberado na atmosfera pela fermentação no processo digestivo ou pelos dejetos. No Brasil, a pecuária extensiva e o desmatamento associado à ela respondem por metade das emissões nacionais. Diante deste cálculo, o consumo de carne artificial pode levar a um saldo ambiental mais positivo para o planeta.

Tão saudável quanto salmão

De acordo com a pesquisadora, no processo de produção artificial, o animal aparece apenas como um doador de células-tronco. Depois de coletadas, sem risco à vida do bicho, elas são convertidas em célula musculares e cultivadas em um biorreator com substâncias e vitaminas que estimulam o crescimento do tecido. “O resultado final é um bolo de carne moída e não um pedaço de bife, mas ainda assim é carne, só muda o formato”, diz a cientista. Dependendo da espécie do animal doador, tem-se uma porção de carne de boi, de frango ou porco.
A carne in vitro também guarda outra peculiaridade – seu conteúdo nutricional pode ser controlado de modo a se ter um alimento sem gordura alguma ou com algum tipo de gordura saudável, como o ômega 3, presente em peixes como atum e salmão. Por si só, esse já seria um bom motivo para a carne de laboratório cair nas graças de muita gente que sofre com problemas de hipertensão e excesso de peso, condições que normalmente exigem alimentação mais frugal, sem os excessos de uma mesa farta de bifes suculentos.
Mas será que é fácil convencer a população a fazer uma mudança de hábitos alimentares como essa? Segundo Hanna, não há razões para rejeição. “ Muitas pessoas têm medo de novas tecnologias, mas, aos poucos, vão se acostumar a elas", prevê a cientista. "Primeiro, vão comer carne cultivada em alimentos processados, como salsichas e hambúrgueres. E se o gosto é bom e o preço é menor do que o da carne convencional, é muito provável que a maioria das pessoas optem por ela”. 
Chegar a esse patamar, no entanto, não será fácil. A produção em laboratório ainda não tem escala comercial nem recursos suficientes. Mas nem tudo está perdido. Segundo Tuomisto, uma vez estabelecida a produção comercial e carne artificial, ela deve se tornar mais barata que a carne convencional ou, pelo menos, ter preço similar à carne de frango. Se com todas essas vantagens destacadas a carne ainda for saborosa, vai ser difícil resistir mesmo.

 Vamos colaborar com o Mundo; com o meio ambiente; com o ar que respiramos; com o nosso organismo. A ideia é fantástica, e com certeza terá ótimos benefícios para todos nós. É questão de adaptação.


sexta-feira, 3 de junho de 2011

Valer a pena!

O que realmente vale a pena na vida para você?
Ser uma pessoa capaz de parar e refletir sobre essa questão, já vale a pena! Muitos de nós buscamos constantemente algo que nos faça feliz, que nos satisfaça, que nos engrandeça; enfim, andamos em círculos muitas vezes, por não saber o que queremos, onde queremos chegar, o que buscar para nossa vida...etc. 
É fato que a maioria busca o bem-estar, seja social, pessoal e /ou profissional. Mas, quem disse que seria fácil chegar onde queremos? E quando chegamos e vemos que ainda não era isso, que falta algo para acrescentar à nossa vida? Perguntas e respostas, isso é o desafio da escola da vida. Um processo contínuo de busca, de ensino-aprendizagem (onde aprendemos uma nova lição a cada momento), de conhecimento, de satisfação; e que nem sempre teremos a resposta para tudo.
Quando somos levados a ter somente, por ventura, esquecemos do SER. Mas, o que mais importa para muitos de nós seres humanos?, que o nome já diz tudo. SER HUMANO.
É preciso arriscar, tentar, desafiar, isso a própria vida. Quando encontramos a coragem que necessitamos para ir à luta, a sabedoria que nos dá discernimento para entender/compreender as mensagens que surgem no trajeto que percorremos, ou seja, quando estamos dispostos a buscar verdadeiramente o que vale a pena pra nossa vida, pra acrescentarmos na história que não tem fim; uma passagem com uma caminhada breve, porém, muito satisfatória. Quando somos mais, com certeza já valeu a pena.
Bem dizia Clarice Lispector, "Estou sendo alegre nesse instante, por isso, me recuso a ser vencida. Então, amo como resposta".
Um abraço a todos, e que verdadeiramente encontremos o que "vale a pena".

Por Andreia O. Alcântara.

domingo, 22 de maio de 2011

Poesia- Ana Carolina (Eu não sei parar de te olhar!)

Você me diz que eu te olho profundamente
Desculpa, tudo que vivi foi profundamente.
Eu te ensinei quem sou e você foi me tirando os espaços entre os abraços,
Guarda-me apenas uma fresta.
Eu que sempre fui livre, não importava o que os outros dissessem.
Até onde posso ir para te resgatar?
Reclama de mim, como se houvesse possibilidade de eu me inventar de novo.
Desculpa, desculpa se te olho profundamente, rente à pele
A ponto de ver seus ancestrais nos seus traços,
A ponto de ver a estrada antes dos teus passos.
Eu não vou separar minhas vitórias dos meus fracassos!
Eu não vou renunciar a mim; nenhuma parte, nenhum pedaço do meu ser vibrante, errante, sujo, livre, quente.
Eu quero estar vivo e permanecer te olhando profundamente!

             (Ana Carolina)



É isso aí!